Monsanto cada vez mais verde e ecológico

* Texto publicado originalmente no site diarioimobiliario.pt

No mês de Março, o Parque Florestal de Monsanto, o pulmão verde da cidade de Lisboa, ganhou um novo pomar e um miradouro. Também o Parque Infantil do Centro de Interpretação do Monsanto foi renovado com Corkeen, a solução inovadora, ecológica e sustentável para os pisos de espaços de jogo, lazer e recreio.

Produzido com cortiça, uma matéria-prima 100% natural, reciclável e renovável,  o revolucionário sistema Corkeen, implementado em Portugal pela FL Gaspar, alia credenciais de segurança, acessibilidade e sustentabilidade, combinando harmoniosamente os conceitos Comunidade, Natureza e Planeta.

Corkeen é uma empresa detida pela Corticeira Amorim, que surge no mercado como alternativa amiga do ambiente às soluções acessíveis existentes compostas inteiramente por materiais de origem sintética

A obra integra o programa Lisboa Capital Verde Europeia 2020

Quanto ao pomar, a plantação das primeiras fruteiras ocorreu no dia 15 de Março com a participação do vereador José Sá Fernandes e pelo sub-diretor Geral dos Serviços Prisionais, Francisco Navalho, dando início à realização da 1ª fase do protocolado entre a Câmara Municipal de Lisboa e esta entidade.

O pomar, que estará implantado em socalcos, terá um perímetro de vedação e parte dos produtos será vendido enquanto parte será doado. A primeira fase terá também uma área para cultivo hortícola, dentro dos mesmos moldes, havendo disponibilização de parte dos cerca de 10.000m2  para talhões a atribuir à população, no que será o primeiro parque hortícola municipal no Parque Florestal de Monsanto.

Com esta ação, a Câmara Municipal de Lisboa prevê abrir um novo polo de interesse no Parque Florestal de Monsanto, florestando uma encosta ainda despida da Serra, pertença da Direcção Geral. Nestes terrenos, o acordo entre as duas entidades garante o acesso de visitantes a um novo miradouro sobre o pomar com vista sobre a cidade e a usufruto de áreas de prado e olival. A circulação far-se-á por trilhos ligeiros sobre o terreno existente.

O pomar compreenderá 656 árvores abrangendo espécies como limoeiros, tangerineiras, macieiras, figueiras, pessegueiros, pereiras, entre outras, e estará concluído até ao final deste ano, representando no seu conjunto um investimento de 50 mil euros. A fase de plantação passará, nesta época, pelos primeiros 285 exemplares, sendo as restantes 371 para o Outono.  Numa segunda fase com início em ainda em 2021, o projecto envolverá a reabilitação de um olival e de um amendoal pré-existente.

Estes investimentos estarão a cargo da Câmara Municipal de Lisboa. Com o novo pomar, José Sá Fernandes mantém a sua estratégia de diversificar a Estrutura Verde Municipal com funções agrícolas, depois das hortas urbanas e de uma vinha terem sido os mais conhecidos.

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